O Grupo DUX observa a economia criativa, identifica estruturas que deixaram
de funcionar e constrói respostas que ainda não existem.
A economia criativa sempre foi responsável por transformar cultura em valor, ideias em negócios e criatividade em desenvolvimento econômico.
O Grupo DUX existe porque entende que fortalecer esse universo exige mais do que oferecer novos serviços: exige construir novas estruturas. A lógica é simples. DUX observa, identifica estruturas que deixaram de funcionar (ou nunca funcionaram) e constrói respostas que ainda não existem.
Foi assim que surgiram a ANTI, Decentral e Base. Cada uma responde a um desafio diferente, mas todas são consequência da mesma tese. Não somos o destino final, somos o ponto de partida. We Are DUX.
O brandbook traduz esse sistema em três partes: personalidade, identidade visual e arquitetura: como o Grupo DUX conversa com suas marcas e o que vem a seguir.
Esta seção reúne a base conceitual do Grupo DUX: visão, missão, valores, arquétipos, tom de voz, etc. É o que define
a marca antes da forma.
Nossa missão é fortalecer a economia criativa acompanhando as transformações da sociedade e construindo novas estruturas para que mais pessoas possam desenvolver seus talentos, transformar ideias em oportunidades e alcançar seus objetivos.
Cinco valores que traduzem a forma como a DUX observa, decide e constrói.
Não aceitamos uma estrutura apenas porque ela sempre existiu. Observamos seus efeitos, investigamos suas limitações e perguntamos se ela ainda responde às necessidades da economia criativa — ou se algum dia respondeu.
Problemas complexos não são resolvidos por uma única perspectiva. Para cada desafio, a DUX reúne uma equipe enxuta, sênior e multidisciplinar, formada por especialistas capazes de compreender o problema em profundidade e construir respostas consistentes. Combinamos diferentes áreas, experiências e pontos de vista em torno de um objetivo comum.
A DUX se posiciona na fronteira entre o que existe e o que ainda pode ser construído. A tecnologia não aparece apenas como ferramenta, mas como parte da nossa capacidade de repensar modelos, criar novas estruturas e propor caminhos para a economia criativa. Apresentamos novas tecnologias, modelos e comportamentos com clareza, conectando-os aos problemas que podem resolver. Exploramos aquilo que pode transformar o mercado de forma concreta.
Cada empresa criada pela DUX nasce com identidade, estratégia e operação próprias. A autonomia permite que cada marca compreenda profundamente seu desafio e construa a resposta mais adequada para ele.
Não criamos empresas para ampliar um portfólio. Criamos empresas quando existe um problema relevante a ser resolvido. Nosso crescimento é consequência do impacto que ainda podemos gerar.
Arquétipos são figuras psicológicas reconhecíveis. São usados para descrever como
uma marca age, fala e decide.
A DUX parte do princípio de que nem toda estrutura merece ser preservada. Algumas deixaram de funcionar. Outras nunca funcionaram para todos.
O arquétipo Fora da Lei representa nossa disposição para questionar modelos estabelecidos, identificar as limitações que eles impõem à economia criativa e recusar soluções que apenas tornam estruturas insuficientes um pouco mais toleráveis.
Questionar uma estrutura não é suficiente. É preciso construir aquilo que poderá substituí-la.
O arquétipo Criador representa nossa capacidade de transformar problemas em novas possibilidades concretas. Observamos, investigamos e desenvolvemos empresas com identidade, estratégia e operação próprias, concebidas para responder a desafios específicos da economia criativa.
Para a DUX, criar não é apenas imaginar algo novo. É dar forma, estrutura e continuidade a uma ideia até que ela seja capaz de existir por conta própria.
O Fora da Lei reconhece o que não funciona. O Criador constrói o que ainda não existe.
Juntos, os dois arquétipos definem a forma como o Grupo DUX pensa e atua. Questionamos estruturas estabelecidas, mas não fazemos da ruptura um fim em si mesma. Toda provocação deve abrir espaço para uma construção. Toda crítica deve ser acompanhada por uma resposta.
Especializado, inquieto, orientado ao futuro e comprometido com consequências reais. O Grupo DUX não carrega um conjunto genérico de atributos corporativos.
Falamos com propriedade, clareza e profundidade. Nossos textos devem demonstrar conhecimento real sobre o tema e revelar que por trás da DUX existe uma equipe sênior e multidisciplinar. Reunimos especialistas em diferentes áreas para compreender problemas complexos por mais de uma perspectiva e construir respostas consistentes.
A DUX transforma a crítica em possibilidade. A provocação precisa ter um alvo, uma razão e uma consequência. Não criticamos para gerar reação ou ocupar espaço. Identificamos uma tensão, apresentamos um ponto de vista e abrimos caminho para uma nova possibilidade. Toda ruptura deve indicar o que pode ocupar seu lugar.
A DUX fala a partir do encontro entre o que já existe e o que começa a surgir. Acompanhamos tecnologias, modelos e transformações ainda em desenvolvimento para compreender seu potencial. Organizamos assuntos complexos e explicamos por que uma mudança importa, como ela transforma uma estrutura existente e quais caminhos concretos pode abrir para a economia criativa. A DUX participa da construção do futuro.
A DUX acredita em crescimento, escala e transformação. Mas não trata o crescimento como uma métrica vazia ou como um objetivo independente do impacto que pode gerar. O que isso significa? Que falamos sobre ambição com direção. Nossos textos podem apresentar grandes possibilidades, mas precisam deixar claro por que elas importam e quem pode se beneficiar delas. O crescimento da DUX e de suas empresas deve aparecer como consequência de problemas resolvidos, novas oportunidades criadas e estruturas que passaram a funcionar melhor.
DUX é um acrônimo para Decentralizing User eXperience. Por isso, seu nome deve ser escrito sempre em caixa alta.
DUX
Dux, dux
O nome surgiu em um contexto ligado à descentralização e à Web3. Com a transformação da DUX em Grupo e o enfoque na economia criativa, nosso campo de atuação se ampliou, mas o acrônimo permanece como registro de nossa origem e de uma postura que continua presente: questionar estruturas demarcadas e construir novas possibilidades.
Esta seção reúne os componentes visuais da marca: logo, cor, tipografia, grafismos, fotografia e aplicações. É onde a tese da seção anterior ganha expressão visual. Cada componente deriva dos princípios e do tom já definidos.
Esta seção define o uso do logo do Grupo DUX: variações oficiais,
área de respiro, tamanho mínimo e usos proibidos.
O logo DUX foi criado com traços retos e geométricos, orientação
vertical e inspiração oriental. É estrutural, mas a marca é fluida.
Como já vimos nesse documento, no primeiro rebranding que fizemos, em 2022, o
nome DUX foi ressignificado como um acrônimo: Decentralizing User Experience —
uma síntese da missão que deu origem à empresa: facilitar o onboarding para a Web3
na América Latina. Agora, com a transformação da DUX em Grupo, a assinatura We
Are DUX também assume um novo significado e passa a integrar o logo. O globo ao
fundo reforça a dimensão global da marca e funciona como um indício de nossas
aspirações assumidamente megalomaníacas.
A DUX é uma ideia que já assumiu muitas formas e que sempre soube se reinventar.
Desde nossa fundação, viajamos por diferentes temas, ocupamos diversos universos.
O logo permaneceu, estrutural e inabalado, mas o seu entorno soube se reinventar.
Se até o significado do nome soube se ressignificar, por que seu universo visual
deveria permanecer estático?
Como veremos no decorrer desse brandbook, o logo DUX não
ocupa uma posição fixa: ele flutua e se apropria livremente do
espaço. O mesmo acontece com os elementos que compõem a
identidade do Grupo. Três elementos que juntos são capazes de
criar infinitas possibilidades de aplicação, inclusive a original.
Comportamento por tamanho
Do completo ao mínimo. Conforme o espaço encolhe, o logo perde camadas — primeiro o globo, depois a assinatura — mas nunca perde o reconhecimento.

Logo + globo + assinatura. Capas e peças hero.
mín 200px
Logo + assinatura, sem globo. Documentos e impressos principalmente.
mín 160pxSó o lettermark. Avatar, favicon.
Preto e amarelo é código universal de atenção; O amarelo DUX é a nossa assinatura; o preto e o branco dão a estrutura. Tons de cinzas servem de apoio e um amarelo neon completa o sistema, sempre pontuais e subordinados às principais.
O logo deve ser aplicado em uma das três cores principais, escolhendo sempre pela melhor legibilidade sobre o fundo.
Três famílias, três registros em tensão. N27 é o impacto técnico, quase de circuito, dos títulos. Exo 2 é a clareza que sustenta toda a leitura. VCR OSD Mono é o acento retrô-digital — eco do videocassete e do terminal — em labels e dados. O choque entre o editorial, o técnico e o lo-fi é proposital.
GRUPO DUX -
O ponto de partida da economia criativa
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !
N27, da foundry espanhola Atipo, é a fonte display principal do Grupo DUX — a voz de impacto da marca. Desenho técnico, geométrico e reto, que ecoa traço de circuito e conversa diretamente com a lógica construtivista do logo. Por ser uma fonte comprada, é de uso exclusivo interno.
Nosso crescimento é consequência do impacto que ainda podemos gerar.
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !
A Exo 2 é a voz de texto do Grupo DUX — corpo de texto, cabeçalhos, botões e interface. Sua construção técnica conversa com a N27, mantendo clareza e legibilidade em qualquer tamanho. Google Font aberta, apta para todo material digital.
HEX #F8AB1A
RGB 248 / 171 / 26
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !
A VCR OSD Mono é o acento retrô-digital do Grupo DUX — o eco do videocassete, do OSD e do terminal, o lado glitch/vaporwave da estética. Aparece em labels, dados e informações técnicas, criando ritmo e textura de máquina. Largura fixa, uso sempre pontual.
N27→Space Grotesk→Helvetica Neue→Arial
Space Grotesk como substituta principal da N27 (fonte comprada)
Exo 2→Inter→Arial
VCR OSD Mono→Roboto Mono
A DUX construiu o que se pode chamar de glitch-brutalismo tecno-punk: um sistema visual que cruza o rigor do design moderno com a erosão deliberada do digital. É uma marca que usa a falha e o ruído como conteúdo.
Iconografia
O wireframe e a nostalgia da computação. É o imaginário do "ciberespaço" anos 80-90 reciclado com ironia. A rede, We Are DUX.
A textura DUX
A textura-assinatura da marca insere no nosso universo visual cores que não estão na nossa paleta, uma subversão do nosso próprio brandbook. Entra como fundo ou faixa lateral. Sempre pontual, nunca cobrindo informação.
O logo como recurso gráfico
David Carson nos ensinou que legibilidade não é o único valor. O texto pode ser textura, emoção, ruído. Carson legitimou o erro e o caos expressivo no design editorial; a DUX opera no mesmo registro. O desenho bem demarcado do nosso logo permite a ele ser tudo.
O Grupo DUX trata fotografia, diagramação, colagem, cartaz e luz como um só sistema. Rigor por baixo, ruído e atitude por cima. Nossa imagem recusa o verniz limpo de Holding. Ela é crua, montada, impressa, tensionada. Sentimento como protagonista; o erro e a textura como conteúdo, nunca como descuido.
Retícula grossa, xerox e preto e branco.
Herança do fanzine punk e da cultura do xerox, como Jamie Reid recortando o "God Save the Queen", onde a fotocópia grosseira era gesto contra o glamour corporativo. Raw Power, o halftone transforma a foto em textura.
Fontes visuais díspares que colidem no mesmo quadro.
Recortar e sobrepor, a colagem é método, reorganiza a realidade para expor o sistema. É da fricção entre o belo e o cru, do real e do surreal, que sai a energia da imagem.
Intervenção sobre imagens prontas: rabiscos, círculos, X, alvos e setas.
Pegar o material pronto e riscar por cima, a mesma intervenção dos fanzines e da pichação. O grafismo comenta a imagem, não a decora. Marca, aponta, censura, corrige — sempre por cima, sempre com intenção.
A diagramação é imagem. Grid suíço por baixo, quebrado e tensionado por cima.
David Carson mostrou com a "Ray Gun" que legibilidade não é o único valor, o texto pode ser textura, emoção, ruído. Colunas em monoespaçada, títulos superdimensionados, blocos que brigam por espaço. O layout tem atitude: ele diz algo antes de ser lido.
Cenas banhadas em âmbar.
Reflexos, faróis, letreiros: a cor-assinatura vira fonte de iluminação e ambienta a imagem. Uma única cor saturada que organiza o quadro e concentra a carga emocional. Quando o amarelo ilumina uma cena, a imagem já pertence à marca antes de qualquer logo.
O brandbook subvertido.
O rosa não está na nossa paleta oficial mas está presente na textura-assinatura: o glitch, com seu deslocamento de canais RGB, vaza magenta e ciano para a imagem. Paleta nativa da tela, não do papel. Por isso a marca abraça a iluminação rosa: uma subversão do nosso próprio brandbook, coerente com quem faz do erro a assinatura. Acento e atmosfera.
Não esquecemos a nossa história.
O cartaz é a mídia de quem não precisa comprar espaço publicitário, mídia de guerrilha que ocupa a cidade sem pagar por isso, faz parte do DNA visual da marca DUX antes de ser grupo. Détournement situacionista, que sequestra o espaço urbano e gera impacto imediato, a três metros de distância.
Moodboard
Referências práticas do que funciona e do que foge da identidade Grupo DUX.
Use como guia rápido antes de aprovar qualquer peça.
Certo

×Errado
Certo

×Errado
Certo

×Errado
Certo

×Errado
A marca em movimento — aplicações reais que mostram a identidade Grupo DUX funcionando no mundo.








Este caderno apresenta a estrutura por trás do Grupo DUX: o papel da empresa-mãe, a lógica que conecta as empresas do ecossistema e os princípios que orientam a relação entre elas. Mais do que reunir marcas diferentes, o Grupo DUX transforma uma tese em empresas independentes.
O Grupo DUX é uma empresa-mãe dedicada a fortalecer a economia criativa. Observamos o mercado, identificamos problemas estruturais e desenvolvemos novas respostas para desafios que as soluções existentes ainda não foram capazes de resolver.
Quando necessário, essas respostas assumem a forma de uma nova empresa, com identidade, estratégia e operação próprias. ANTI, Decentral e Base não são apenas marcas administradas pelo Grupo: são empresas criadas a partir de problemas específicos e conectadas por uma mesma tese.
A DUX não existe para acumular empresas e não é uma simples administradora de marcas (holding empresarial). Existe para construir as estruturas que a economia criativa ainda precisa.
Criar empresas é o método.
Fortalecer esse ecossistema
é o propósito.
O ecossistema DUX
não é resultado de um
plano de expansão.
É consequência de
uma tese.
A economia criativa reúne talentos, negócios e ideias capazes de gerar valor cultural, social e econômico. Mas seu desenvolvimento ainda é limitado por estruturas financeiras, tecnológicas, jurídicas e operacionais que não foram pensadas para compreender sua realidade.
Observamos o mercado para identificar problemas que não podem ser resolvidos apenas com a adaptação de soluções existentes. Investigamos sua origem, compreendemos as relações que os sustentam e construímos respostas capazes de atuar sobre o problema de forma estrutural.
A DUX acompanha as transformações da sociedade e da economia criativa para compreender novos comportamentos, necessidades e limitações.
Nem toda dificuldade é estrutural. Buscamos reconhecer os problemas que se repetem, afetam diferentes agentes do mercado e não podem ser resolvidos apenas tratando seus sintomas.
Antes de construir uma resposta, buscamos compreender a origem do problema, as relações que o sustentam e as razões pelas quais as soluções existentes continuam insuficientes.
Quando identificamos a necessidade de uma nova estrutura, reunimos especialistas para transformar a tese em estratégia, produto, operação, tecnologia e marca.
A empresa nasce conectada à DUX, mas desenvolve identidade, estratégia e operação próprias. A autonomia permite que ela compreenda profundamente seu mercado e construa a resposta mais adequada para o problema que existe para resolver.
Cada empresa do ecossistema DUX possui uma função específica. Por isso, precisa ter liberdade para desenvolver sua própria cultura, linguagem, estratégia e forma de atuar. A conexão entre as empresas não depende de uma aparência uniforme. Ela está na origem, nos princípios e na forma como cada uma transforma problemas estruturais em novas possibilidades.
A DUX não apaga as diferenças entre suas empresas.
Cria as condições para que cada uma possa aprofundá-las.
ANTI, Decentral e Base não são produtos, divisões ou departamentos da DUX. São empresas independentes, conectadas pela mesma tese e pela origem comum no Grupo DUX. A DUX atua como ponto de partida: identifica o problema, participa da construção da resposta e cria as condições necessárias para que a nova empresa desenvolva sua própria trajetória.
Quando for necessário explicitar a relação de uma empresa com a DUX, utilizamos construções diretas. Evitamos expressões que reduzam a autonomia das empresas ou sugiram uma relação puramente administrativa.
ANTI é uma empresa do Grupo DUX.
Decentral faz parte do ecossistema DUX.
Base foi criada pelo Grupo DUX.
ANTI, uma submarca da DUX.
Decentral, uma divisão da DUX.
Base, um produto da DUX.
Para apresentar formalmente a empresa-mãe, diferenciar o grupo de suas empresas ou explicar a estrutura do ecossistema. Preferencial em apresentações institucionais, contratos, releases, documentos oficiais e na primeira menção de um texto.
O Grupo DUX cria empresas dedicadas a resolver problemas estruturais da economia criativa.
Quando o contexto já está estabelecido ou quando falamos da marca de forma mais direta. Preferencial nas menções seguintes, em conteúdos editoriais, redes sociais e mensagens com caráter mais autoral.
A DUX identifica estruturas que deixaram de funcionar e constrói novas respostas.
Ela representa a conexão entre a empresa-mãe, as empresas que fazem parte do ecossistema e as pessoas que constroem cada uma delas.
Também reforça que a DUX não é uma estrutura isolada,
mas um ponto de partida capaz de assumir diferentes formas.
Cada empresa do ecossistema DUX possui uma identidade visual própria, construída a partir de seu contexto, público e desafio específico. A seguir, um panorama de como esses universos convivem lado a lado.